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MATRÍCULAS ABERTAS PARA A SEGUNDA TURMA DE 2017 do Curso Preparatório de Sargento da Aeronáutica


INÍCIO: 20/06/2017

Informações gerais

A Marinha do Brasil é uma das três Forças Armadas do país, ao lado do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, sendo responsável pela condução das operações navais em geral. Maior marinha da América Latina, o seu patrono é o Marquês de Tamandaré.

Patrono: Joaquim Marques Lisboa

Hino: Cisne Branco

Batalhas:

• Guerra da Independência

• Guerra da Cisplatina

• Guerra dos Farrapos

• Guerra do Paraguai

• Primeira Guerra Mundial

• Segunda Guerra Mundial

Comandante-Supremo: Presidente da República

 

História

Antecedentes

A origem da Arma remonta à criação da Secretaria de Estado dos Negócios da Marinha, em 1736, por João V de Portugal (1706-1756).

 

A Independência do Brasil

À época da Independência do Brasil, não foi alheia ao governo da nação recém-emancipada, a necessidade da operação de uma força bélica naval, capaz de sustentar os compromissos e atender as providências requeridas face à vasta extensão da costa e riqueza da rede hidrográfica do território, capaz de assegurar o comércio e as comunicações entre as suas diversas regiões. Desse modo, a 10 de novembro de 1822, foi solenemente içado, no penol da carangueja da nau "Martim de Freitas" - rebatizada como "Pedro I" e alçada a capitânea da Esquadra brasileira em formação -, pela primeira vez, a bandeira do Brasil, sob salva de 101 tiros. A Esquadra teria, doravante, papel decisivo na Guerra de Independência do Brasil. Para guarnecê-la, o governo recorreu aos serviços de estrangeiros, como o Almirante Thomas Cochrane, um oficial da Marinha Real Britânica. Até ao Período Regencial Brasileiro, estima-se que metade dos praças e dois terços dos oficiais eram estrangeiros. Garantida a Independência e a unidade nacional, assim como a sua integração, a Marinha teve papel de destaque ainda em acontecimentos tão diversos como a Guerra da Cisplatina, os diversos movimentos separatistas que se iniciaram no Período Regencial, a Guerra contra Oribe e Rosas, a Guerra da Tríplice Aliança e outros.

 

Armada Imperial de 1870 a 1889

Durante a Guerra da Tríplice Aliança, a indústria naval brasileira sofreu um grande impulso. Muitas das embarcações brasileiras que nele foram utilizadas foram construídas nos arsenais do país. Ao fim do conflito, a Armada Imperial possuía noventa e quatro embarcações de diversos tipos, sendo dez encouraçados, seis monitores, quarenta e oito fragatas, corvetas, canhoneiras e transportes, seis navios à vela, entre outros, o que a enquadrava entre as marinhas de guerra mais poderosas do mundo. Com o fim do conflito essas atividades decresceram, mas ainda assim, no então Arsenal da Corte(atual Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro), por exemplo, foram construídos quatorze novas embarcações no período entre 1879 e 1889. Entre eles, destaca-se a construção do cruzador Barroso, em 1874. Em abril de 1880 o então Ministro da Marinha, Almirante José Rodrigues de Lima Duarte, considerando o avanço tecnológico vivido pela industria bélica naval no exterior, apresentou um relatório à Câmara dos Deputados sobre a urgência de se modernizar a Marinha Imperial que se encontrava obsoleta, se comparada com as potências europeias, e propôs a adoção de novos e modernos navios encouraçados. A intenção do Almirante era a de adquirir duas dessas embarcações junto a estaleiros britânicos, e desse modo, foram encomendados o encouraçado Riachuelo e o encouraçado Aquidabã.

 

A República Velha

Com o golpe militar que conduziu à Proclamação da República Brasileira (1889), acentuou-se o declínio da construção naval no país. Por quatro décadas, entre 1890 e 1930 não ocorreram lançamentos de novos meios flutuantes pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro. O foco dos governos republicanos passou a ser equipar o exército para o combate aos levantes internos, o que não foi alcançado de maneira satisfatória devido às dificuldades que o novo regime enfrentou em seus primeiros anos. Complementarmente, a Marinha era percebida como uma ameaça ao novo regime republicano, pois havia se constituído em uma das instituições mais fiéis ao Império e ao Imperador D. Pedro II. No início do século XX a força naval brasileira tornara-se obsoleta. Já em 1903, o engenheiro naval italiano, general Vittorio Cuniberti, tivera uma série de artigos publicada pela conceituada Jane´s Fighting Ships, que preconizavam a concepção revolucionária vivida no setor das belonaves. De acordo com o autor, os vasos de guerra deveriam ser equipados apenas com grandes canhões, desenvolver altas velocidades (20 nós) e dispor de blindagens maciças (12 polegadas ou 30,48cm). Naquele momento, essas concepções pareciam utópicas, mas apenas dois anos mais tarde, em 1905, batia-se a quilha do Aki, no Japão e, no ano seguinte, em 1906, a do HMS Dreadnought, na Grã-Bretanha. Com a construção dessas embarcações iniciou-se uma corrida naval e armamentística entre as potências industrializadas, principalmente o Império Alemão, o do Japão, a Grã Bretanha e os Estados Unidos da América. Nesse contexto, no Brasil, por questões de soberania, o barão do Rio Branco foi o grande defensor da manutenção de uma Marinha de Guerra que se equiparasse às das nações mais poderosas. Desse modo, durante o governo do presidente marechal Hermes da Fonseca, aprovou-se o projeto de modernização da esquadra brasileira, iniciado em 1906. Por ele, foram encomendados a estaleiros ingleses os "encouraçados-dreadnought" Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, dos quais somente os dois primeiros chegaram ao país, uma vez que logo foi cancelada a encomenda do Rio de Janeiro, por falta de verbas.


Meios atuais

Os navios da Marinha do Brasil.

Na atualidade, a Esquadra brasileira encontra-se equipada com um navio-aérodromo, seis fragatas Classe Niterói modernizadas, três fragatas Classe Greenhalgh, quatro corvetas, um contratorpedeiro Classe Pará, dois navios-tanque, dois navios de desembarque-doca, um navio de desembarque de carros de combate, um navio de transporte de tropas, cinco submarinos, um navio-escola, um navio-veleiro e um navio de socorro submarino. A esta força no mar, nos céus somam-se um Esquadrão de Aviões AF-1 (A-4 Skyhawk), um Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque, um Esquadrão de Helicópteros Anti-Submarinos, cinco Esquadrões de Helicópteros de Emprego Geral e um Esquadrão de Helicópteros de Instrução. Desde 1980 foi permitido a mulheres ingressarem na Marinha, em funções administrativas.

 

Aeronaves da Marinha do Brasil:

• AF-1 / AF-1 A - Skyhawk (20/3)

• SH-3A / B - Sea King (7/6)

• UH-14 - Super Puma (18)

• AH-11A - Super Lynx (12)

• UH-12 / 13 - Esquilo (18/8)

• IH-6B - Bell Jet Ranger (19)

 

Fotos

 

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